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Férias escolares: síndicos e condôminos devem ter cuidado com as crianças neste período 800 450 sindboss

Férias escolares: síndicos e condôminos devem ter cuidado com as crianças neste período

Com o período de descanso escolar, pais devem redobrar a atenção com os seus filhos dentro dos condomínios. Síndico profissional orienta como passar pelas férias com tranquilidade

As férias escolares de julho chegaram. Que alívio para as crianças e adolescentes, que agora podem ter mais tempo livre para brincar. Para as famílias que moram nos condomínios, o tempo de férias significa que estas crianças e adolescentes passarão mais tempo nas áreas em comum, como no playground, sala de jogos e piscinas dos prédios.

Mas, será que neste momento, o condomínio e o síndico devem tomar alguma atitude no sentido de prever e evitar problemas como acidentes e outros inconvenientes que possam prejudicar os demais condôminos? A resposta é sim.

O ambiente do condomínio como, as áreas de passagem de pessoas, os elevadores, as quadras de esportes e, principalmente, a piscina, precisam de proteção e regras bem claras quanto ao uso e procedimentos de segurança.

Felipe Fernandes, síndico profissional e proprietário da SindBoss, aconselha que os pais tenham uma conversa bem clara com os seus filhos sobre os limites quanto ao uso das áreas em comum e os cuidados que as crianças devem ter na hora das brincadeiras.

“Sabemos que as crianças querem extravasar este momento de férias, aproveitando cada minuto para brincar e se divertir. Elas merecem este descanso. Mas, um condomínio possui regras que não tiram férias, por isso, é muito importante que as famílias tenham conhecimento do regimento interno do seu condomínio sobre o que é permitido e o que não é para orientar os seus filhos”, afirma.

Outra situação que Felipe alerta é quanto ao uso das piscinas. “Mesmo que julho seja um período de frio, pode acontecer que tenhamos tardes mais quentes e as crianças queiram aproveitar a piscina. Nesta situação, as crianças menores de 12 anos não devem usar este espaço desacompanhada dos pais ou responsáveis, já que o risco de um acidente mais grave é muito grande na piscina”.

Há casos, ainda, que as crianças ficam transitando pelas áreas em comum do condomínio, incluindo a garagem. “Esta situação é bem delicada. Primeiro, porque uma criança pequena não pode ficar sozinha andando pelo condomínio. Segundo, há muitos prédios em que a garagem fica no térreo, próximo às áreas de circulação dos pedestres. Se uma criança sai correndo atrás de uma bola, por exemplo, e um morador estiver manobrando ou saindo com um carro, há um risco enorme de um acidente sério”, explica Fernandes.

Felipe sugere que neste período de férias, os síndicos realizem reuniões ou espalhem comunicados internos detalhando todas as regras e cuidados que as famílias devem ter com os filhos neste período, incluindo até os cuidados dentro de casa, como por exemplo, o uso de fogão e utensílios domésticos.

“É uma época de descanso e relaxamento. Há muitos pais que também tiram férias em julho. Por isso, nada melhor que todos os condôminos estejam atentos e cientes dos riscos inerentes de uma criança ficar sozinha dentro do condomínio para, assim, evitar qualquer problema e passar por este período com a tranquilidade e alegria que as férias trazem a todos nós”, diz o síndico profissional.

Dicas para aumentar a segurança do condomínio para as crianças

  • Coloque faixas antiderrapantes no chão e nos degraus das escadas;
  • Instale grades com trava em volta da piscina;
  • Mantenha a manutenção das áreas em comum sempre em dia;
  • Não permita o acesso livre das crianças em saunas e academias;
  • Verifique se não há brinquedos quebrados no playground. Caso haja, providencie imediatamente o conserto;
  • Oriente o porteiro a não permitir, em hipótese alguma, a saída de crianças desacompanhadas do condomínio;
  • Espalhe comunicados chamativos e interessantes no elevador e nas áreas de circulação com as principais orientações para os pais e filhos.
Inadimplência condominial: como reverter essa situação através de alternativas para pagamentos 800 450 sindboss

Inadimplência condominial: como reverter essa situação através de alternativas para pagamentos

A pandemia da Covid-19 afetou negativamente a economia e o desemprego bateram recorde neste período. Em decorrência da queda no faturamento de diversas famílias, a inadimplência atingiu diversos setores, entre eles, o condominial. A falta de pagamento por parte dos moradores afeta diretamente o dia a dia do condomínio, pois sem dinheiro em caixa, não é possível fazer manutenções periódicas necessárias, quando falamos de receitas ordinárias, melhorias na estrutura residencial, quando falamos em receitas extraordinárias, além de provocar o atraso no salário dos funcionários.

 

De acordo com a pesquisa Índice Periódico de Mora e Inadimplência Condominial, realizada pela Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios do Estado de São Paulo (AABIC), a maior entidade que representa este setor, o último trimestre de 2021 registrou a menor média histórica de inadimplência no pagamento de boletos condominiais no Estado de São Paulo, com o índice médio de 2,20%. Em janeiro de 2022, houve um aumento na inadimplência para 2,41%.

 

Lei sobre inadimplência em condomínios

 

O artigo 1336 do Código Civil – I, destaca: “contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção; (Redação dada pela Lei nº 10.931, de 2004)”. Deste modo, é dever do condômino contribuir para as despesas do edifício.

 

O § 1º do artigo 1336 prevê: “O condômino que não pagar a sua contribuição ficará sujeito aos juros moratórios convencionados ou, não sendo previstos, os de um por cento ao mês e multa de até dois por cento sobre o débito”. Por lei, a cobrança de juros no valor mensal é autorizada.

 

Além da inadimplência afetar a saúde financeira do condomínio, trazendo prejuízos significativos relacionados às melhorias no ambiente, há a insatisfação com a gestão do síndico, prejudicando o convívio em harmonia entre os moradores, tendo em vista que os adimplentes, muitas vezes, acabam pagando taxas extras a fim de suprir a falta de pagamento dos inadimplentes. Evidentemente, esta situação gera um conflito entre os moradores e também com o síndico.

 

Alternativas para reverter a inadimplência condominial

 

Solucionar a inadimplência não é uma tarefa fácil, pois o cenário econômico ainda não é favorável. Entretanto, para evitar que as finanças do condomínio sejam ainda mais prejudicadas, algumas alternativas podem ser eficazes, minimizando os prejuízos acumulados ao longo da pandemia.

 

O parcelamento de débitos é sempre uma solução que contribui para que o condômino se organize e pague as parcelas, porém, é preciso que ele esteja ciente dos juros previstos em lei.

Uma das maneiras adotada para a reverter a inadimplência é a aprovação para a contratação de uma empresa garantidora das cotas condominiais, que subsidia um condomínio com a receita integral e cobra os inadimplentes. Este serviço é seguro por garantir a integralidade da receita e, para os adimplentes, não muda nada e nem há adição de taxas, uma vez que eles continuam pagando em dia. Quanto aos inadimplentes, esta empresa garantidora irá realizar as cobranças para quitar as parcelas em atraso junto ao condomínio.

 

Mas, nada substitui a busca por uma conversa amigável para compreender a situação dos condôminos inadimplentes, para assim, auxiliar na busca de alternativas para solucionar este problema. Avaliar cada caso individualmente é uma maneira de oferecer formas de pagamento que se encaixem no orçamento do morador e, consequentemente, o condomínio reverterá a inadimplência.

 

Protestos e ações judiciais

 

Caso todas essas soluções não sejam suficientes, o síndico pode negativar o nome do morador inadimplente, porém, este processo precisa ser aprovado em assembleia, com um prazo máximo para o morador quitar a taxa condominial.

 

Além disso, é possível realizar o protesto para recuperar a inadimplência antes das ações judiciais. Em casos mais graves, quando não há um acordo com o morador, a justiça pode ser acionada.

 

Artigo escrito por Felipe Ervilha Fernandes, síndico profissional, proprietário da Sindboss.

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Os 5 principais benefícios de ter um síndico profissional no condomínio

A busca por síndicos profissionais vem aumentando consideravelmente no Brasil. Um dos principais fatores que influenciam essa procura é o profissionalismo e dedicação integral que o síndico profissional tem. Além disso, também tem diminuído o número de moradores interessados em atuar como síndico.

Não é segredo que todo condomínio precisa de um síndico, não é mesmo?! Para que esta gestão seja ainda mais efetiva, é necessário que o profissional tenha boa comunicação, capacidade de resolver problemas e conflitos dentro do condomínio, entre outras funções. Para deixar as dúvidas de lado e esclarecer os benefícios que um síndico profissional pode trazer, confira a seguir as principais vantagens deste profissional para o condomínio.

Qualificação e preparo adequado

Diferente do síndico morador, o síndico profissional está inteiramente dedicado à função, sendo um prestador de serviço. Com isso, o profissional possui treinamento especializado, conhecimento nas áreas de atuação, como por exemplo: contabilidade, comunicação, logística, recursos humanos e administração. Sendo assim, podemos concluir que os síndicos profissionais são mais preparados e qualificados para exercer a função. Além disso, vale lembrar que por se tratar de um profissional e não de um morador, os conflitos pessoais entre a vizinhança não interferem na atitude do síndico, pois ele se faz imparcial nas situações e preza pelas regras que precisam ser cumpridas.

Gestão de pessoas e conflitos

O síndico profissional está apto para lidar com as mais variadas situações que podem acontecer dentro do condomínio. Ele lida com as questões e impasses de forma imparcial, humanizada e profissional. Desde as situações mais simples, como por exemplo, placas que precisam ser instaladas, até questões burocráticas, como moradores descumprindo regras ou ocasionando problemas com a vizinhança. Independente da situação saiba que o síndico profissional está preparado para realizar uma gestão adequada.

Planejamento do condomínio

Uma das responsabilidades do síndico profissional é a elaboração do planejamento do condomínio. Dentro deste documento, deve haver a lista das demandas principais e secundárias, tanto dos funcionários, quanto dos moradores, é necessário listar as prioridades e criar um plano de ação com prazos definidos para cada atividade necessária. Essa ação, por mais simples que pareça, pode ser um excelente caminho para melhorar a qualidade de vida dos moradores e otimizar o trabalho dos funcionários do condomínio, tornando assim, a convivência mais pacífica e satisfatória.

Gestão transparente e confiável

A transparência nas contas e ações do condomínio é um dos principais benefícios da contratação de um síndico profissional. Dentre as responsabilidades deste profissional, podemos destacar a gestão transparente e o zelo pela organização e controle financeiro do prédio. Com um síndico profissional à frente do condomínio, certamente haverá organização, disciplina, transparência e confiabilidade em todas as ações tomadas por ele.

Disponibilidade e prioridade na função

Geralmente, o síndico morador possui outro emprego e outras funções, por isso acaba precisando conciliar todas as suas tarefas com a atuação como síndico. Por mais que existam síndicos moradores excelentes e dedicados, faz-se necessário frisar que o síndico profissional pode dedicar-se inteiramente ao condomínio, pois exerce apenas essa função. Dessa forma, todas as demandas necessárias serão priorizadas e realizadas dentro dos prazos estipulados, já que o síndico morador está também dedicado ao seu trabalho que, na maioria das vezes, ocorre diariamente e em horário comercial.

Agora que você já sabe os benefícios do síndico profissional, entre em contato conosco através das redes sociais ou do Chat que você encontra na lateral direita da sua tela e conheça nossas soluções para que seu condomínio seja ainda melhor!

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Você sabe o que um síndico pode ou não fazer?

Os moradores precisam conhecer as responsabilidades e atitudes que o síndico pode ou não ter!

O trabalho do síndico é vasto e repleto de responsabilidades. Além disso, ele tem um enorme impacto dentro do condomínio, podendo agir de maneira positiva e negativa. Por isso, é importante que os moradores saibam o que um síndico pode ou não fazer. Sendo que muitas vezes, um não profissional, pode se aproveitar do cargo e agir de maneira errada.

A lei e o Código Civil listam diversos deveres que o síndico deve ter, como a conservação e a manutenção das áreas comuns, cumprir as regras e decisões da assembleia, manter o seguro do condomínio em dia, entre muitas outras obrigações. Veja alguns exemplos abaixo!

Pode ou não pode?

O que o síndico pode fazer? 

-Solicitar cotações de serviços;

-Pagar em dia as contas do condomínio;

-Cobrar todos os serviços executados para que sejam feitos de acordo com os contratos;

-Cobrar, de maneira amigável, os devedores do condomínio;

-Acompanhar o trabalho dos funcionários dos condomínios;

-Junto com os moradores e funcionários, executar campanhas de conscientização;

-Sugerir melhorias;

-Cumprir a convenção e o regulamento interno;

-Exigir apresentação de um plano de obras;

-Executar obras emergenciais.

-Deixar de prestar contas;

-Contratar serviços que impactem no equilíbrio das contas do condomínio;

-Deixar vencer contratos;

-Usar o fundo de reserva indevidamente;

-Cobrar os condôminos de forma constrangedora;

-Conceder descontos aos inadimplentes;

-Negligenciar regras de convivência;

-Aprovar obras no condomínio sem passarem pela assembleia;

-Aprovar e permitir reformas sem um plano de obras em conformidade com a norma ABNT NBR 16.280;

-Não pagar encargos sociais e impostos;

-Multar condôminos sem prova.

O que o síndico não pode fazer?

Escolha a SindBoss! 

Deu para perceber que são muitas ações e atitudes que devem ou não ter. Além das responsabilidades que podem ou não serem feitas. Se você, morador, tem dúvidas de que o seu síndico esteja por dentro de tudo isso e haja de acordo com a sua função, conte com a SindBoss! O síndico profissional cumprirá todas as responsabilidades com eficácia, fiscalização, transparência e cuidado para manter o bem-estar dos moradores.

E se você gosta de nossos artigos, continue nos acompanhando!